Deixa-te de estupidificar e faz-te a vida, antes que os outros te passem à frente.
Deixa-te de lamúrias, de sobressaltos, de pensamentos horríveis e vai em frente, antes que os outros te derrubem!
Pensamentos negativos, trazem energias negativas!!
Colocas os pontos nos iiii e não tenhas medo.
Vai tudo correr bem.
Pára de ser insegura e nunca transmitas aos outros essa tua insegurança.
Nunca deixes de ser tu mesma, nunca deixes de acreditar, nunca esqueças os valores que te passaram e avança.
Deixa para trás aqueles que não interessam, aqueles que te fizeram mal quer pela ação quer pela omissão.
Acredita em ti, confia em ti.
Mistakes
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
Solução
Não é bem uma solução, mas é mais um amenizar de uma situação...
Umas paez que chegaram hoje...
Umas paez que chegaram hoje...
E ainda bem, depois de ter ouvido
Tens os olhos turvos!!
Tem dias...
Há dias péssimos,
Há dias em que carregamos o mundo às costas, ou talvez seja o mundo que ande connosco às costas!
Há dias em que nos apetece mandar todos à Merda!
A sério!
Há dias e dias em que nada corre bem, ou simplesmente nada corre!
Há dias em que pedimos nas entrelinhas das conversas, ajuda, mas que ninguém aparece, ninguém diz nada, pura indiferença, será?
Há dias em que falamos, falamos, e ninguém percebe o que nos faz falta, aquilo que é tao simples de dar!
E depois... depois há o nosso intimo, a nossa consciência, que faz questão de não nos deixar sossegados, quietos, assombrando-nos com pensamentos doentios.
E, apesar de acharmos que a nossa vida é um filme de terror, e apesar de pensarmos constantemente, naquilo que o bruxo disse um dia, sobre ela, continuamos... sem saber para onde, sem saber porquê, desejando intimamente um simples ato!!!
Mas esse fica aqui fechado a sete chaves, não vão as pessoas pensar que sou FRACA.
Há dias em que carregamos o mundo às costas, ou talvez seja o mundo que ande connosco às costas!
Há dias em que nos apetece mandar todos à Merda!
A sério!
Há dias e dias em que nada corre bem, ou simplesmente nada corre!
Há dias em que pedimos nas entrelinhas das conversas, ajuda, mas que ninguém aparece, ninguém diz nada, pura indiferença, será?
Há dias em que falamos, falamos, e ninguém percebe o que nos faz falta, aquilo que é tao simples de dar!
E depois... depois há o nosso intimo, a nossa consciência, que faz questão de não nos deixar sossegados, quietos, assombrando-nos com pensamentos doentios.
E, apesar de acharmos que a nossa vida é um filme de terror, e apesar de pensarmos constantemente, naquilo que o bruxo disse um dia, sobre ela, continuamos... sem saber para onde, sem saber porquê, desejando intimamente um simples ato!!!
Mas esse fica aqui fechado a sete chaves, não vão as pessoas pensar que sou FRACA.
terça-feira, 25 de março de 2014
Carta às mães mais que perfeitas
Querida Mãe:
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
por Lea Grover em Becoming a super mommy
adaptado por Up To Lisbon Kids
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
por Lea Grover em Becoming a super mommy
adaptado por Up To Lisbon Kids
Está aí alguém?
Está por aí alguém com jeito para fazer massagens?
Alguém kiduxo que se ofereça para me fazer umas massagens milagrosas ao pescoço.??
Estou que nem posso com as dores...
Deve-se, só pode, à camada de nervos que se apodera sobre a minha pessoa de 15 em 15 dias...
Um spa?
Também se agradece, sim, com um beijinho.
ok?
Alguém kiduxo que se ofereça para me fazer umas massagens milagrosas ao pescoço.??
Estou que nem posso com as dores...
Deve-se, só pode, à camada de nervos que se apodera sobre a minha pessoa de 15 em 15 dias...
Um spa?
Também se agradece, sim, com um beijinho.
ok?
sexta-feira, 21 de março de 2014
A difícil tarefa de encher os pneus da bicicleta!
Nunca fui feminista!
Nem pretendo ser!
Acho que há coisas só de mulheres e coisas só de homens, como por exemplo encher pneus de bicicleta.
Nesta minha nova cruzada e perante os pneus vazios da bicicleta da biscuit, la fomos a caminho da bomba de gasolina para os encher.
Depois de muita leitura das instruções da coisa, eis que o pneu continuava vazio (sim eu sei que da mesma forma se enche um pneu do carro, MAS EU NUNCA O FIZ).
10 minutos depois e a minha missão continuava por atingir o objetivo tao desejado.
Fila de carros à espera (Note-se que a fila de carros aqui na Santa Terrinha se resume a 2, máximo 3 carros)!!!
E nada.
Pois que tive de ir chamar o Senhor simpático, trabalhador da bomba (Aqui ainda há disto) que aós me ter dado formação de 1 min sobre a coisa, lá encheu os pneus da bicicleta da biscuit.
Creio que quando tiver de fazer isso nos pneus do carro, esta história irá certamente repetir-se!!!
Nem pretendo ser!
Acho que há coisas só de mulheres e coisas só de homens, como por exemplo encher pneus de bicicleta.
Nesta minha nova cruzada e perante os pneus vazios da bicicleta da biscuit, la fomos a caminho da bomba de gasolina para os encher.
Depois de muita leitura das instruções da coisa, eis que o pneu continuava vazio (sim eu sei que da mesma forma se enche um pneu do carro, MAS EU NUNCA O FIZ).
10 minutos depois e a minha missão continuava por atingir o objetivo tao desejado.
Fila de carros à espera (Note-se que a fila de carros aqui na Santa Terrinha se resume a 2, máximo 3 carros)!!!
E nada.
Pois que tive de ir chamar o Senhor simpático, trabalhador da bomba (Aqui ainda há disto) que aós me ter dado formação de 1 min sobre a coisa, lá encheu os pneus da bicicleta da biscuit.
Creio que quando tiver de fazer isso nos pneus do carro, esta história irá certamente repetir-se!!!
quinta-feira, 20 de março de 2014
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